Voluntário
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A Casa Novo Caminhar tem uma história marcante na cidade de Jundiaí, foi fundada 1965 como SOS, Serviços de Obras Sociais.O SOS - SERVIÇO DE OBRAS SOCIAIS é uma entidade filantrópica, assistencial, sem fins econômicos, que oferece abrigo, higiene pessoal, roupas e alimentação para os moradores de rua e migrantes que passam pela região de Jundiaí.

É essencialmente mantida por voluntários e sobrevive de doações da população Jundiaiense, de convênio e apoio da Prefeitura e de algumas organizações da região.

 

Como único albergue na cidade, o SOS tem sido procurado por aqueles que necessitam dos chamado “primeiros socorros”. São atendidas, em média, 56 pessoas por noite, entre homens, mulheres e também crianças quando acompanhadas dos responsáveis. São, em sua maioria, moradores de rua, migrantes e desabrigados que precisam ser retirados das ruas.  Para esses atendimentos o SOS disponibiliza um veículo Kombi com motorista e assistente social, que ao abordá-lo convida-o a fazer uso dos atendimentos que a entidade oferece aos albergados: um banho completo com todo material necessário para uma higiene pessoal (Toalha, sabonete, aparelho de barbear, creme e escova dental), mudas de roupas para os mais necessitados, roupas de cama para preparar o leito que será usado no pernoite, jantar, café da manhã e atendimento psicológico com estagiárias desta área. Desenvolver atividades de Laborterapia, junto aos moradores de rua, com histórico na cidade de Jundiaí, proporcionando garantia dos direitos; o resgate da auto-estima e a reorganização dos projetos de vida, através da oficina de atividades.

 

Além desses serviços, com o apoio do CAM – Centro de Atendimento ao Migrante da Prefeitura Municipal de Jundiaí, orienta e encaminha seus assistidos para entidades de apoio, para instituições de recuperação ou mesmo para o retorno à suas famílias. Grandes parceiras neste trabalho são: Guarda Municipal, Casa Santa Marta, Casa do Senhor, Associação Missão Belém, CEAD entre outras, todas desenvolvem trabalhos com a População de Rua.

 

Quem é abrigado pelo S.O.S. precisa de muita ajuda. Estamos falando de pessoas que de certa forma estão marginalizadas pela sociedade, não têm emprego, estão migrando para outros estados, algumas possuem necessidade especial e até mesmo muitos foram abandonados pelas suas famílias.

 

Nosso desafio é tirá-los da condição de rua, devolvê-los para sociedade com aptidão para trabalhar e ganhar seu próprio sustento, proporcionar a libertação das drogas principalmente do álcool e proporcionar-lhes novamente o convívio familiar quando possível

Doação
Aceitamos doações Financeiras e também de Alimentos, Roupas, Calçados, Móveis, Eletrodomésticos, artigos em geral. Retiramos a doação no local desejado.
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Parceiros
Seja um Parceiro do Bem, entre em contato conosco e faça parte desse grupo que pratica a responsabilidade social. Saiba Mais >>
Desaparecidos
Consulta de pessoas que estão em atendimento ou que passaram pela entidade, consulta realizada através do sistema interno de cadastro de usuários.
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JUSTIFICATIVA:

De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, aprovada pela Resolução CNAS nº 109 DE 11 de novembro de 2009, A casa de passagem é considerada um serviço de acolhimento institucional de alta complexidade, este Serviço configura-se como acolhimento provisório com estrutura para acolher com privacidade pessoas do mesmo sexo ou grupo familiar. Localizada em espaço urbano de forma democrática, respeitando o direito de permanência e usufruto da cidade com segurança, igualdade de condições e acesso aos serviços públicos.

 

Como definido na tipificação do CNAS, o atendimento para adultos e famílias deve ser realizado num atendimento semelhante a uma residência, com o limite máximo de 50 (cinquenta) pessoas por unidade, e, de 04 (quatro) pessoas por quarto. Ainda o atendimento deve possuir um quadro de profissionais preparados para receber os usuários em qualquer horário do dia ou da noite, sendo que a Casa de Passagem deve garantir a proteção integral do acolhido, possibilitar convivência comunitária, favorecer o surgimento de aptidões e desenvolver o autocuidado e a independência pessoal entre outros objetivos.

 

Assim a Casa de Passagem é um equipamento fundamental para aplicação da Política Nacional de Assistência Social PNAS, que busca transformar os pressupostos Constitucionais e disposições da LOAS em ações concretas e diretas.  Desta forma a responsabilidade primaria para a implementação do PNAS é do Poder Público, que deve criar condições que municípios e entidades assistenciais, públicas ou privadas possam prestar um acolhimento digno aos usuários da política de assistência social.

 

Desta forma as atuais instalações da SOS foram readequadas em sua infraestrutura, instalações, contratação de pessoal conforme exige a tipificação.

 

 

 

 

FINALIDADE ESTATUTÁRIA:

Atender a População de Rua, composta por moradores de rua, migrantes e itinerantes.

Promover o bem estar individual e da família, sem distinções políticas, religiosas ou raciais, prestando assistência social, moral, educacional e física.

Combater a falsa mendicância e promover a recuperação de pessoas realmente necessitadas.

Conjugar esforços para a solução dos problemas comunitários, estimulando a criação de obras de bem estar social que atinjam a setores da comunidade carente de recursos.

 

 

OBJETIVO GERAL:

Funcionar como Casa de Passagem, acolhendo por tempo determinado, até três meses podendo ser reavaliado cada caso, pessoas em situação de rua, garantindo necessidades básicas como alimentação, higiene, privacidade, respeito aos costumes, às tradições e à diversidade de: ciclos de vida, arranjos familiares, raça/etnia, religião e orientação sexual.

 

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

•  Desenvolver atividades de Casa de Passagem, acolhendo por tempo determinado até 50 pessoas em situação de rua: oferecendo-lhes: Pouso, Segurança, Higiene e Alimentação, garantindo privacidade, respeito aos costumes, às tradições e à diversidade de: ciclos de vida, arranjos familiares, raça/etnia, religião e orientação sexual. O funcionamento acontece 24 horas ininterruptas, podendo o usuário permanecer até três meses, com plano de atendimento individual, cujo processo de permanência será construído conjuntamente com o usuário, com dignidade em busca do nível de sua autonomia.

•  Desenvolver Oficina de Atividades, proporcionando um espaço para trabalhar em grupos de forma aberta, sendo este um espaço de expressão e criação, com a possibilidade de criar vínculos afetivos e emocionais com o grupo, buscando elevar a auto-estima, proporcionando uma alternativa para compartilhar experiências, desconstruir os hábitos negativos que a vida de rua causa, favorecendo a construção e formação de um cotidiano saudável, dessa forma as atividades desenvolvidas serão facilitadoras de uma criação de histórias de vidas. Promover o acesso a programações culturais, de lazer, de esporte, relacionando-as a interesses, vivências, desejos e possibilidades de relacionamento com a sociedade. Desenvolver condições para a independência, auto-cuidado e inserção social, fazendo dele o protagonista de sua própria história.

 

 

INFRAESTRUTURA:

Os Espaços devem ser aconchegantes, com iluminação e ventilação adequadas, com ambientes agradáveis. Deve-se primar por uma infraestrutura que garanta espaços e rotas acessíveis.

O usuário é acolhido com 100% de gratuidade em condições de dignidade, tendo sua identidade, integridade e história de vida preservada, as instalações estão dentro dos padrões de qualidade quanto a: higiene, acessibilidade, habitabilidade, salubridade, segurança e conforto. Os alimentos são preparados em padrões nutricionais adequados. O funcionamento acontece de forma ininterrupta, sempre tendo a disposição dos usuários: pessoal, equipamento e material, para a prestação dos serviços propostos. O acolhimento é feito por funcionários treinados. Há funcionários que cuidam da limpeza do local, da roupa de banho e cama. A alimentação é preparada pelas cozinheiras. Todos os dias são servidos Café da Manhã, Almoço e Jantar. Durante as atividades sócio-educativas ofereceremos lanche.

 

 

PÚBLICO ALVO:

Nossos atendimentos se restringem à população em situação de rua, compreendida entre migrantes, itinerantes e moradores de rua. Nossa meta de atendimento é de 50 pessoas por noite, variando entre homens, mulheres e crianças, quando acompanhadas do responsável. Elas são acolhidas na entidade e encaminhadas para o banho, com todo material necessário para a higiene pessoal, recebem a roupa de cama para preparar o leito onde passarão a noite, fazem as seguintes refeições: Almoço, jantar e café da manhã.

 

CAPACIDADE DAS INSTALAÇÕES:

Capacidade de acolhimento para o pernoite 49 masculinos, 12 femininos e 10 leitos para família. Capacidade de atendimento para refeições: até 54 pessoas. Meta a ser atingida pela entidade: 50 usuários para o pernoite e refeições e 71 acolhimentos em casos excepcionais: